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	<title>Cinematógrafo&#187; diretores</title>
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		<title>Instalação Ingmar Bergman na 33ª Mostra</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 13:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bibi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O cinema sueco está sempre presente na Mostra através da seleção de longas. Vi excelentes filme suecos primeiro no festival. E tive também a oportunidade de ver os clássicos dessa cinematografia, incluindo vários silenciosos, no cinema pela primeira vez.
Nas edições anteriores grandes cineastas suecos foram homenageados.  A 29ª Mostra de Cinema de São Paulo fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="A ilha de Bergman" rel="lightbox[pics2577]" href="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2009/10/bergmanisland.jpg" rel="lightbox[2577]"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto; display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="attachment wp-att-2581 centered aligncenter" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2009/10/bergmanisland.jpg" alt="A ilha de Bergman" width="591" height="332" title="Instalação Ingmar Bergman na 33ª Mostra" /></a></p>
<p>O cinema sueco está sempre presente na Mostra através da seleção de longas. Vi excelentes filme suecos primeiro no festival. E tive também a oportunidade de ver os clássicos dessa cinematografia, incluindo vários silenciosos, no cinema pela primeira vez.</p>
<p>Nas edições anteriores grandes cineastas suecos foram homenageados.  A <a title="29ª Mostra de Cinema de São Paulo" href="../29%c2%aa-mostra-de-cinema-de-sao-paulo/">29ª Mostra de Cinema de São Paulo</a> fez uma retrospectiva em homenagem ao ator e diretor <a title="Victor Sjöström - Wikipedia, the free encyclopedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Victor_Sj%C3%B6str%C3%B6m">Victor Sjöström</a>. Ano passado foi a vez de homenagear talvez o maior dos cineastas suecos, e com certeza um dos maiores do cinema mundial: <a title="Ingmar Bergman na 32ª Mostra" href="../ingmar-bergman-na-32a-mostra/">Ingmar Bergman</a>. E a <a title="33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/exib_arquivo.php?arquivo=27&amp;language=pt">27ª Mostra</a> fez uma bela retrospectiva a <a title="Mauritz Stiller - Wikipedia, the free encyclopedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mauritz_Stiller">Mauritz Stiller</a>, que apesar de ter nascido na Finlândia, dirigiu filmes na Suécia durante quase toda sua vida, e foi responsável por grandes épicos do cinema silencioso de lá.</p>
<p>Esse ano ano o festival preparou uma programação especial em homenagem ao cinema sueco. Fazem parte da programação uma bela <a title="33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/atual_filmes.php?type=pais&amp;query=SU%C9CIA&amp;language=pt">seleção de produções</a> e co-produções suecas somando 25 novos filmes, <em>entre documentários e ficções dos mais diversos gêneros, curtas e longas-metragens, incluindo uma animação;</em><a title="33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=248&amp;language=pt"> homenagem Jan Troell</a>; <a title="33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=249&amp;language=pt">Lembrando Sucksdorff</a>; <a title="33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=247">Introduzindo Ekman</a>; uma <a title="BLOG DA MOSTRA - » Mostra Suécia trará produtores para acordos cinematográficos" href="http://www.mostra.org/blog/?p=455">exposição de negócios</a> para acordos cinematográficos com produtores suecos, e <a title="33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/exib_destaque.php?destaqueId=259&amp;language=pt">Instalação Ingmar Bergman</a>.</p>
<p>A instalação <em>Ingmar Bergman: O Homem que Fazia Perguntas Difíceis</em> abre hoje, dia 26 de outubro, às 20h na <a title="Cinemateca Brasileira" href="http://www.cinemateca.com.br/">Cinemateca Brasileira</a> em parceria com a 33ª Mostra.  A instalação, produzida pelo <a title="Swedish Film Institute" href="http://www.sfi.se/">Swedish Film Institute</a>, <em>revela novas e inesperadas facetas do cineasta</em>.</p>
<blockquote><p>O público poderá percorrer os diferentes universos de Bergman por meio de projeções em cinco telas instaladas em uma estrutura em forma de árvore, rodeadas por painéis que retratam as paisagens inóspitas que lhe serviram de locação. Nas telas, projeções de seus filmes, entrevistas, cenas de bastidores, trechos de documentários sobre o diretor, citações extraídas de seus livros, artigos e críticas sobre suas obras.</p></blockquote>
<p>Antes da abertura da instalação será exibido o documentário <a title="A ILHA DE BERGMAN - BERGMAN ISLAND - 33ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=234">A Ilha de Bergman</a>, <em>resultado de uma longa entrevista da jornalista e diretora Marie Nyreröd com o cineasta em 2006 (um ano antes de sua morte), na ilha de Faro, onde vivia recluso</em>. O documentário tem sua primeira sessão na Mostra às 20h, e os ingressos para o filme podem ser adquiridos na bilheteria da Cinemateca e a instalação é aberta ao público.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Programa com comerciais dirigidos por Bergman</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 14:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bibi</dc:creator>
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Nos últimos dias da Mostra sempre aparecem algumas surpresas. Vários filmes ganham sessões extras e filmes que não estavam na lista aparecem. Esse ano uma das surpresas é um programa com o curta Cry Me Like a River (2008) de Jia Zhang-ke, alguns comerciais feitos por de Bergman e o making of do último filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mostra.org/32/exib_destaque.php?destaqueId=179"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-1008 aligncenter" title="Commercial do sabonete Bris por Ingmar Bergman" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/bris_bergman.jpg" alt="bris bergman Programa com comerciais dirigidos por Bergman" width="400" height="299" /></a></p>
<p>Nos últimos dias da <strong>Mostra</strong> sempre aparecem algumas surpresas. Vários filmes ganham sessões extras e filmes que não estavam na lista aparecem. Esse ano uma das surpresas é um programa com o curta <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=255">Cry Me Like a River</a></em> (2008) de Jia Zhang-ke, alguns comerciais feitos por de Bergman e o <em>making of</em> do último filme de Wim Wenders, <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=338">Palermo Shooting</a></em>. A Mostra anunciou no site esta essa extra: <a title="32ª Mostra traz Bergman e Wenders jamais vistos" href="http://www.mostra.org/32/exib_destaque.php?destaqueId=179">32ª Mostra traz Bergman e Wenders jamais vistos</a>:</p>
<blockquote><p>A série de comerciais, dirigidos por Ingmar Bergman, composta por nove filmes em preto e branco, com duração total de 11 minutos, faz parte do acervo do Instituto Sueco de Filmes. Parte da campanha publicitária do sabonete Bris, os comerciais revelam um Bergman bem-humorado, mostrando as propriedades desodorantes e bactericidas do sabonete. Em algumas peças publicitárias, o diretor se utiliza de cômicas encenações para mostrar como o sabonete mata bactérias. Em outras, brinca com maus-hábitos de higiene das antigas cortes européias.Realizados em 1951, os comerciais se revelam repletos de referências aos próprios filmes de Bergman. Nesses comerciais, Bergman também expõe sua paixão pelo cinema, desde suas origens, e pelo teatro em todas as suas fórmulas.</p></blockquote>
<p>Os comerciais inéditos por aqui provavelmente já foram vistos por muitos por aqui. Digo isso porque é possível assistir esses nove comerciais online <span style="text-decoration: line-through;">e eu até fiz uma playlist com todos eles, para quem não se importa em ficar um pouco perdido, uma vez que os comerciais são em sueco sem nenhuma legenda</span>. É uma solução rápida para quem não poderá vê-los na Mostra ou quer assistir antes.</p>
<p><span id="more-1002"></span>O programa extra com o curta, os comerciais e o <em>making of</em> tem sua primeira sessão hoje, às 22h no <a title="Cine Bombril" href="http://www.cinebombril.com.br/">Cine Bombril</a> sala 1.  De acordo com a Mostra, <em>Outras exibições serão realizadas na Cinemateca, CineSesc e Cine Bombril durante a programação extra da <strong>Mostra</strong>, no período de 31 de outubro a 6 de novembro</em>. Com certeza entrará na minha lista de sessões para ver na repescagem, pois apesar de já ter visto os comerciais, quero aproveitar para vê-los no cinema, em alta definição e com legendas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Atualização:</strong></span> infelizmente todos os filmes foram removidos. Espero que tenham visto enquanto estava on-line.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Berlin Alexanderplatz na 32ª Mostra</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 02:58:34 +0000</pubDate>
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Volta e meia o diretor alemão Rainer Werner Fassbinder aparece por aqui através de adaptações de seus filmes, escritos, e retrospectivas. Considerado o nome mais importante do Novo Cinema Alemão, Fassbinder teve uma curta e produtiva carreia no cinema, teatro, rádio e TV. Seus filmes são crués, marcantes, com diálogos que ferem e nos fazem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="Berlin Alexanderplatz" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Rainer_Werner_Fassbinder.jpg" rel="lightbox[672]"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-797 aligncenter" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/belin_alexanderplatz.jpg" alt="Berlin Alexanderplatz" width="450" height="355" title="Berlin Alexanderplatz na 32ª Mostra" /></a></p>
<p>Volta e meia o diretor alemão <a title="Rainer Werner Fassbinder - Wikipedia, the free encyclopedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rainer_Werner_Fassbinder">Rainer Werner Fassbinder</a> aparece por aqui através de adaptações de seus filmes, escritos, e retrospectivas. Considerado o nome mais importante do Novo Cinema Alemão, Fassbinder teve uma curta e produtiva carreia no cinema, teatro, rádio e TV. Seus filmes são crués, marcantes, com diálogos que ferem e nos fazem pensar até que ponto seus personagens podem ir. Uma das memórias mais vívidas que tenho de seus filmes é sair do Cinesesc com mal estar depois de assistir <em><a title="Martha (1974) (TV)" href="http://www.imdb.com/title/tt0070374/">Martha</a></em>, provavelmente por ter sido forte demais.</p>
<p>Na televisão, sua aventura mais grandiosa foi a obra-prima <em><a title="Berlin Alexanderplatz (television) - Wikipedia, the free encyclopedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Berlin_Alexanderplatz_(television)">Berlin Alexanderplatz</a></em>, série de 1980, com mais de 16 horas de duração, divididas em 14 partes. A série foi exibida em 16mm na <a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=9&amp;filme=420">9ª Mostra Internacional de Cinema</a>, em 1985. Esse ano a Mostra <a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=205">exibirá</a> a versão restaurada da série em 35mm pela primeira vez no Brasil. <em>A exibição, que tem apoio do Instituto Goethe e da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha</em>.<br />
<span id="more-672"></span></p>
<blockquote><p><em><a title="Berlin Alexanderplatz (1980)" href="http://www.imdb.com/title/tt0080196/">Berlin Alexanderplatz</a></em> (1980) é considerada a obra máxima de Rainer Werner Fassbinder (1945-1982), para muitos o maior cineasta alemão do pós-guerra. Produzida originalmente para a televisão, <em>Berlin Alexanderplatz</em> foi exibida em vários países nos anos seguintes, sendo aclamada pela crítica por onde passou. Com quase 16 horas de duração divididas em 13 episódios e 1 epílogo, a série mostra a história de Franz Biberkopf que, após cumprir quatro anos de prisão, decide começar uma nova vida na Berlim do final dos anos 20. Baseando-se no célebre romance expressionista de Alfred Döblin, Fassbinder realizou uma reflexão fascinante sobre a Alemanha no período entre-guerras.</p></blockquote>
<p>A maratona de 15 horas será dividida em 6 sessões, em blocos de três episódios por noite, mais o episódio 1 e o epílogo, a partir de 25 de outubro, todas no <a title="Cine Bombril" href="http://www.cinebombril.com.br/">Cine Bombril</a> a partir das 18:10. De acordo com a organização da <strong>Mostra</strong> as sessões serão gratuitas. Essa versão restaurada <em>teve sua estréia no Festival de Cinema de Berlim em 2007 e, desde então, tem sido exibida com grande sucesso em diversos festvais de cinema no mundo todo</em>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Apresentação Especial Hugh Hudson na 32ª Mostra</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 15:05:26 +0000</pubDate>
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O diretor inglês Hugh Hudson é um dos homenageados esse ano, além de fazer parte do júri internacional da 32ª Mostra. Hudson é mais conhecido por aqui pelo filme Carruagens de Fogo (1981), vencedor de 4 Oscar e outros diversos prêmios em festivais, inclusive o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cannes. Mesmo quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="Carruagens de Fogo" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=209"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-775 aligncenter" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/carruagens_fogo.jpg" border="0" alt="Carruagens de Fogo" width="450" height="298" title="Apresentação Especial Hugh Hudson na 32ª Mostra" /></a></p>
<p>O diretor inglês <a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=209">Hugh Hudson</a> é um dos homenageados esse ano, além de fazer parte do júri internacional da <strong>32ª Mostra</strong>. Hudson é mais conhecido por aqui pelo filme <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=209">Carruagens de Fogo</a></em> (1981), vencedor de 4 Oscar e outros diversos prêmios em festivais, inclusive o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cannes. Mesmo quem nunca teve contato com o filme conhece a música tema do filme composta por Vangelis, que virou um clássico.</p>
<p>Todavia, o destaque dessa Mostra é para o filme <a title="Revolution (1985)" href="http://www.imdb.com/title/tt0089913/">Revolução</a> (1985), que vem em nova versão com o nome de <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=278">Revolução Revisitada</a></em>, e narração especial de Al Pacino, ator principal do filme. Na época de seu lançamento o filme recebeu duras críticas e virou um fracasso de público. <em>A nova versão do filme, “Revolução Revisitada”, recebeu uma nova avaliação da crítica, e o filme ganhou o status de grande obra</em>.</p>
<p><span id="more-760"></span>Além desses dois filmes, <em>Carruagens de Fogo</em> e <em>Revolução Revisitada</em>, a apresentação especial inclui o documentário <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=207">Fangio &#8211; Uma Vida a 300 km por hora</a> </em> (1977), <em>sobre o lendário piloto de Fórmula 1 argentino</em>, e  <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=208">Greystroke: A Lenda de Tarzan, o Rei das Selvas</a></em> (1983) que eu ainda lembro de ter visto no cinema. Infelizmente não se pode confiar no senso crítico de uma criança de 5 anos e prefiro não incluir as minhas impressões da época como as finais.</p>
<p>Os filmes de Hugh Hudson serão exibidos em duas sessões cada, uma dia 24 e outra dia 26 de outubro, todas no Unibanco Arteplex 1. A sessão de <em>Revolução Revisitada</em> do dia 26 será seguida por um com o diretor, às 22h. De acordo com a organização da <strong>Mostra</strong> ele estará em São Paulo entre os dias 23 de outubro e 11 de novembro.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Homenagem a Pablo Trapero</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 21:45:52 +0000</pubDate>
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O cineasta argentino Pablo Trapero é mais um dos homenageados desse ano na Mostra. Um dos mais importantes da nova geração, Trapero vem a São Paulo acompanhado de sua mulher Martina Gusman, que é a protagonista de seu último filme, Leonera. O filme recebeu boas críticas em suas exibições no Festival de Cannes deste ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="Leonera" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=180"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-649 aligncenter" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/leonera.jpg" border="0" alt="Leonera" width="450" height="283" title="Homenagem a Pablo Trapero" /></a></p>
<p>O cineasta argentino <a title="Pablo Trapero" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=180">Pablo Trapero</a> é mais um dos homenageados desse ano na Mostra. Um dos mais importantes da nova geração, Trapero vem a São Paulo acompanhado de sua mulher Martina Gusman, que é a protagonista de seu último filme, <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=180">Leonera</a></em>. O filme recebeu boas críticas em suas exibições no Festival de Cannes deste ano e foi indicado à Palma de ouro. <em>Leonera</em> ganhou quatro prêmios no Festival de Lima: melhor atriz para Martina Gusman, melhor fotografia, melhor roteiro e melhor filme.</p>
<p>Aproveitando a vinda de Trapero a São Paulo a Mostra exibirá mais quatro outros filmes do diretor: <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=353">Do Outro Lado da Lei</a></em> (2001), <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=373">Família Rodante</a></em> (2004), <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=452">Mundo Grua</a></em> (1998) e <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=372">Nascido e Criado</a></em> (2006).</p>
<p>No dia 20 de outubro, em parceria com a <acronym title="Fundação Armando Álvares Penteado">FAAP</acronym>, o festival promove uma <a title="Mostra Internacional de Cinema" href="http://www1.uol.com.br/mostra/31/p_jornal_587.shtml">palestra</a> sobre direção com o cineasta, após a exibição de <em>Leonera</em>. As inscrições para a palestra foram encerradas dias 5 de outubro. Mais informações: <a title="Pablo Trapero em filmes e palestra" href="http://www.mostra.org/32/exib_destaque.php?destaqueId=159&amp;language=pt">Pablo Trapero em filmes e palestra</a> e <a title="Apresentação Especial Pablo Trapero" href="http://www.mostra.org/32/exib_jornal.php?jornalId=594">Apresentação Especial Pablo Trapero</a>.</p>
<p><span id="more-640"></span>Abaixo você confere o trailer de <em>Leonera</em>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GxyVs7P1WZY&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/GxyVs7P1WZY&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true"></embed></object></p>]]></content:encoded>
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		<title>Retrospectiva Kihachi Okamoto na 32ª Mostra</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 20:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bibi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Para celebrar o centenário da imigração japonesa a Mostra desse ano fará uma retrospectiva da obra de Kihachi Okamoto (1924 – 2005).
Ele é símbolo de uma era de ouro do cinema japonês construída por talentos abnegados, quase anonimamente, sem o conceito autoral depois consagrado pela primeira geração dos críticos-cineastas dos Cahiers du Cinéma da França. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="O guerreiro vermelho" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=389"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-622" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/guerreiro_vermelho.jpg" alt="O guerreiro vermelho" width="450" height="301" title="Retrospectiva Kihachi Okamoto na 32ª Mostra" /></a></p>
<p>Para celebrar o centenário da imigração japonesa a Mostra desse ano fará uma retrospectiva da obra de <a title="Kihachi Okamoto" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=394">Kihachi Okamoto</a> (1924 – 2005).</p>
<blockquote><p>Ele é símbolo de uma era de ouro do cinema japonês construída por talentos abnegados, quase anonimamente, sem o conceito autoral depois consagrado pela primeira geração dos críticos-cineastas dos Cahiers du Cinéma da França. Os seus filmes seriam exibidos nos cinemas da colônia japonesa em São Paulo sem chamar então a atenção dos críticos. Okamoto, servindo às ordens do seu estúdio, adaptava-se a todos os gêneros. Com a revisão de sua obra, eleva-se a estima pelo cinema de Okamoto e evidencia-se a sua personalidade exemplar, capaz de deixar a sua bela assinatura mesmo em condições desfavoráveis na ciranda dos interesses dos estúdios de cinema.</p></blockquote>
<p>A retrospectiva apresentará 14 de seus 39 filmes graças às colaborações da Tokyo Filmex, Toho, The National Museum of Modern Art Tokyo, The Japan Foundation Film Library Tokyo, Fundação Japão de São Paulo, National Film Center Tokyo, Cinemateca Brasileira e a produtora Mineko Okamoto, viúva de Kihachi Okamoto, que estará em São Paulo entre 16 e 31 de outubro.</p>
<p><span id="more-617"></span>O diretor é pouco conhecido fora do Japão, mas suas obras são bem conceituadas não só entre os críticos franceses. Os cinéfilos e críticos americanos há muito admiram a obra de Okamoto. <em>O diretor influenciou cineastas ocidentais contemporâneos como Quentin Tarantino (“Kill Bill Vol. 1 e 2”) e Jim Jarmusch (“Ghost Dog: Matador Implacável”).</em> Pouco conhecido por aqui, seus filmes passeiam entre os gêneros de filmes de samurai (chambara movies), de gângster, e de guerra, alguns deles usando humor negro como forma de crítica social.</p>
<p><a title="Oh, Minha Bomba!" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=393"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-623" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/minha_bomba.jpg" alt="Oh, Minha Bomba!" width="450" height="278" title="Retrospectiva Kihachi Okamoto na 32ª Mostra" /></a></p>
<p>Para aproveitar o melhor da obra do diretor programe-se: a retrospectiva será em sua maior parte apresentada apenas <a title="Cinemateca Brasileira" href="http://www.cinemateca.org.br/">Cinemateca Brasileira</a>. Apenas um dos filmes terá uma sessão no Cinesesc. Aqui vão algumas dicas do que assistir:</p>
<ul>
<li><em><a title="A Era dos Matadores" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=392">A Era dos Matadores</a></em> (1967)</li>
<li><em><a title="A Espada da Maldição (1966)" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=398">A Espada da Maldição</a></em> (1966)</li>
<li><em><a title="A Vida Elegante Do Sr. Comum (1963)" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=387">A Vida Elegante Do Sr. Comum</a></em> (1963)</li>
<li><em><a title="BALA HUMANA (1968)" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=399">Bala Humana</a></em> (1968)</li>
<li><em><a title="Oh, Minha Bomba! (1964)" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=393">Oh, Minha Bomba!</a></em> (1964)</li>
<li><em><a title="O Imperador e um general (1967)" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=394">O Imperador e um general</a></em> (1967)</li>
</ul>]]></content:encoded>
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		<title>Ingmar Bergman na 32ª Mostra</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 18:42:26 +0000</pubDate>
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Ano passado perdemos um dos mestre na arte de fazer filmes: Ingmar Bergman. Bergman aprendeu com o cinema mudo sueco a explorar as belas paisagens suecas para expressas e intensificar as emoções das personagens. Aprendeu com o teatro, sua grande paixão, a explorar o melhor dos atores e fazê-los passar isso para as telas. Buscou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a title="Ingmar Bergman" href="http://www.ingmarbergman.se/closeup.asp?guid=AC5CB061-709C-4BBD-A1B3-DEC352371DA8&amp;item=122E6594-50DB-4F2F-9D00-9788001BB898"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-607 aligncenter" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/bergman_cadeira.jpg" alt="Ingmar Bergman" width="373" height="435" title="Ingmar Bergman na 32ª Mostra" /></a></p>
<p>Ano passado perdemos um dos mestre na arte de fazer filmes: <a title="Ingmar Bergman Face to Face" href="http://www.ingmarbergman.se/">Ingmar Bergman</a>. Bergman aprendeu com o cinema mudo sueco a explorar as belas paisagens suecas para expressas e intensificar as emoções das personagens. Aprendeu com o teatro, sua grande paixão, a explorar o melhor dos atores e fazê-los passar isso para as telas. Buscou na literatura e filosofia a base de seus roteiros profundos, nos quais explora o incrível turbilhão de sensações humanas. Não só isso, ele sabia como mostrar nas telas intensidade usando &#8220;apenas&#8221; imagens.</p>
<p><a title="Ingmar Bergman" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=379">Bergman</a> completaria 90 anos nesse ano, e a Mostra presta uma homenagem a uma figura tão importante ao cinema mundial com uma retrospectiva que privilegia filmes raros, do início de sua carreira. O público brasileiro conhece bem seus clássicos, filmes que ganharam prêmio, saíram em vídeo, depois em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, e passam na televisão de tempos em tempos. Mas seus primeiros filmes do fim da década de 40 e anos 50 permanecem obscuros para a maior parte de seu público. Algumas coletâneas e filmes foram lançados esse ano, no entanto apenas alguns eram inéditos por aqui em vídeo ou <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>.</p>
<p>Durante a 32ª Mostra serão exibidos 12 filmes do diretor, 5 dos anos 40: <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=234">Crise</a></em> (1946), <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=235">Chove me Nosso Amor</a></em> (1946),  <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=236">Música na Noite</a></em> (1948), <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=237">Prisão</a></em> (1949), <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=238">Sede de Paixões</a></em> (1949). Os primeiros filmes são adaptações de livros ou peças, e por isso não ter a profundidade dos filmes posteriores de Bergman, mas a partir de Música na Noite nota-se a mão de Bergman no roteiro original tentando desvendar os segredos da alma.</p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-587"></span><br />
<a href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=239"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="size-full wp-image-602 aligncenter" title="Rumo à alegria" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/rumo_alegria.jpg" alt="Rumo à alegria" width="450" height="295" /></a></p>
<p>Em <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=239">Rumo à Alegria</a></em> (1950) o diretor continua seus experimentos, por assim dizer, explorando os relacionamentos. Da década de 50 serão exibidos ainda <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=240">Quando as mulheres esperam</a></em> (1952) e <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=385">No Limiar da Vida</a></em> (1958). Da década de 60 há preciosidades, obrigatórias para fãs e quem quiser saber um pouco mais sobre o que é o cinema: <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=379">A Hora do Lobo</a></em> (1968), <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=383">Vergonha</a></em> (1968) e <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=384">A Paixão de Anna</a></em> (1969). A Mostra exibirá ainda a obra prima do diretor sueco: <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=380">Fanny e Alexander</a></em> (1982).</p>
<p>Os filmes já valeriam ser vistos por sua raridade e pela experiência de vê-los na tela. Mas há um detalhe que os torna ainda mais interessantes: eles serão exibidos em cópias novas em 35 mm produzidas com supervisão do Instituto Sueco de Filmes.  Frederik Gustafsson, do Instituto Sueco e especialista na obra de Ingmar Bergman, estará em São Paulo entre os dias 18 e 23 de outubro acompanhando a retrospectiva do diretor.</p>
<blockquote><p>A Mostra também apresentará a exposição “Meus Encontros com Bergman”, uma seleção de fotografias em que o cineasta aparece nos bastidores de peças teatrais e filmagens. As fotos, tiradas entre as décadas de 50 e 80, são do sueco Ove Wallin. A exposição já passou por Estocolmo e Tóquio. Em São Paulo, as fotos ficarão expostas na Galeria do Conjunto Nacional.</p></blockquote>
<p><a title="Fanny e Alexander" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=380"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-604" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/fanny_alexander.jpg" alt="Fanny e Alexander" width="450" height="322" title="Ingmar Bergman na 32ª Mostra" /></a>
</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Curiosidades sobre a Mostra e Bergman:</strong></span></p>
<ul>
<li><em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=11&amp;filme=675">Fanny e Alexander: diário de uma filmagem</a></em> foi apresentado na 11ª Mostra.</li>
<li>Na 17ª Mostra foi exibido <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=17&amp;filme=1654">Farö: um documentário (1979)</a></em></li>
<li>A 28ª Mostra apresentou o na época inédito no Brasil <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=28&amp;filme=5589">Sarabanda</a></em> (2003), último filme do diretor, realizado para televisão.</li>
<li>Na 29ª edição a Mostra trouxe o documentário feito para a televisão no ano anterior: <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=29&amp;filme=5726">Ingmar Bergman Completo: Bergman e o Cinema, Bergman e o Teatro, Bergman e a Ilha de Farö</a></em>. O longo documentário de quase três horas valeu cada minuto em que estive no cinema. Fundamental para entender mais sobre o diretor.</li>
<li>Também na 29ª Mostra Bergman aparece através de <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme_arquivo.php?ano=29&amp;filme=5984">Morangos Silvestres</a></em> (1957), que fez parte da retrospectiva dedicada ao diretor <em><a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor_arquivo.php?filme=5963">Victor Sjöström</a></em>, considerado um mestre para Bergman.</li>
</ul>
<p>Para saber mais sobre a retrospectiva leia: <a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_jornal.php?jornalId=590">32ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo terá retrospectiva com filmes raros de Ingmar Bergman</a>. Aproveite e visite em inglês: <a title="Ingmar Bergman Face to Face" href="http://www.ingmarbergman.se/default.asp?guid=980A78F3-F6C8-4C60-8B60-B3C0BF8C9C02">Ingmar Bergman Face to Face</a>, <a title="Bibi's box: De Düva" href="http://www.bibi.org/box/archives/2007/07/de_duva.html">De Düva</a> e <a title="Bibi's box: Ingmar Bergman: 1918 - 2007" href="http://www.bibi.org/box/archives/2007/07/ingmar_bergman_1918_2007.html">Ingmar Bergman: 1918 &#8211; 2007</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Carta Branca a Wim Wenders na 32ª Mostra</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 21:16:09 +0000</pubDate>
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A 32ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo dá Carta Branca ao premiado diretor alemão Wim Wenders, para apresentar sua própria seleção de filmes. Wim Wenders também será homenageado com o Prêmio Humanidade, concedido pela Mostra a grandes cineastas como Manoel de Oliveira, Eduardo Coutinho e Amos Gitai.
Wenders indicou livremente uma relação de 15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Wim Wenders" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Wim_Wenders(cannesPhotocall)-.jpg"><img style=' display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;'  class="aligncenter size-full wp-image-535" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2008/10/win_wenders.jpg" alt="Wim Wenders" width="450" height="298" title="Carta Branca a Wim Wenders na 32ª Mostra" /></a></p>
<blockquote><p>A 32ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo dá Carta Branca ao premiado diretor alemão <a title="Welcome to the OFFICIAL SITE of WIM WENDERS" href="http://www.wim-wenders.com/">Wim Wenders</a>, para apresentar sua própria seleção de filmes. Wim Wenders também será homenageado com o Prêmio Humanidade, concedido pela Mostra a grandes cineastas como Manoel de Oliveira, Eduardo Coutinho e Amos Gitai.</p></blockquote>
<p>Wenders indicou livremente uma relação de 15 filmes para fazerem parte do festival. Fazem parte de sua seleção clássicos de diretores da <em>Nouvelle Vague</em>, como <a title="François Truffaut" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=356">François Truffaut</a> (com &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=356">A Sereia do Mississipi</a>&#8221; e &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=360">O Garoto Selvagem</a>&#8220;) e Jean-Luc Godard (com “<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=357">O Pequeno Soldado</a>”); filmes marcantes de novos diretores como &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=414">Longe Dela</a>&#8221; da diretora canadense <a title="Sarah Polley" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=414">Sarah Polley</a> e &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=358">Bye Bye Blackbird</a>&#8221; do diretor françês <a title="Robinson Savary" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=358">Robinson Savary</a>.</p>
<p>Wenders, como grande fã da obra do mestre japonês <a title="Yasujiro Ozu" href="http://www.mostra.org/32/exib_diretor.php?filme=434">Yasujiro Ozu</a>, não deixou de incluir dois filmes do diretor, já apresentados em anos anteriores: &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=434">Fim de Verão</a>&#8221; e &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=435">A Rotina tem Seu Encanto</a>&#8220;. Em 1985 o diretor alemão realizou o documentário &#8220;<a title="Tokyo-Ga / Wim Wenders - The Official Site" href="http://www.wim-wenders.com/movies/movies_spec/tokyoga/tokyoga.htm">Tokyo-Ga</a>&#8221; sobre Ozu.</p>
<p>Fazem parte ainda da lista o documentário &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=415">Os Primeiros Anos de Wim Wenders</a>&#8220;, de Marcel Wehn, e &#8220;<a title="32ª Mostra Internacional de Cinema" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=338">The Palermo Shooting</a>&#8220;, último filme de Wenders. Após a exibição de &#8220;The Palermo Shooting&#8221; no dia 21 de outubro, <em>Wim Wenders comenta e justifica com a platéia os filmes de sua Carta Branca e sua nova realização.</em></p>]]></content:encoded>
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		<title>Retrospectiva Norman McLaren na Cinemateca</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 12:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bibi</dc:creator>
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A partir de hoje e até o dia 11 de novembro, acontece na Cinemateca a Retrospectiva Norman McLaren. A retrospectiva sobre um dos maiores animadores de todos os tempos contará com dezenas de curtas de Norman McLaren, longas sobre seu processo criativo e alguns filmes que homenageiam suas animações abstratas e apresentam suas influências no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img title="Norman Mclaren" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2007/11/mclaren.jpg" border="0" alt="Norman Mclaren" /></p>
<p>A partir de hoje e até o dia 11 de novembro, acontece na Cinemateca a <a title="Cinemateca Brasileira" href="http://www.cinemateca.com.br/">Retrospectiva Norman McLaren</a>. A retrospectiva sobre um dos maiores animadores de todos os tempos contará com dezenas de curtas de <a title="Norman McLaren - Wikipedia, the free encyclopedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Norman_McLaren">Norman McLaren</a>, longas sobre seu processo criativo e alguns filmes que homenageiam suas animações abstratas e apresentam suas influências no cinema brasileiro.</p>
<p>A retrospectiva composta de 10 programas <em>que reúnem e apresentam os filmes de McLaren a partir de diferentes recortes, técnicos e temáticos</em> traz a obra completa, em versão restaurada, desse mestre da animação com o apoio do <a title="ONF.ca - NFB.ca - 2007" href="http://www.nfb.ca/">National Film Board do Canada</a> e do Consulado Geral do Canadá. <em>A Retrospectiva será exibida primeiro na Cinemateca Brasileira e depois viajará pelas principais capitais do país. </em> A Cinemateca exibirá ainda um documentário sobre o cineasta, inédito no Brasil e mais <em>dois programas especiais: uma homenagem ao veterano animador Roberto Miller (cineasta paulistano que estudou com McLaren nos anos 1950) e um bate-papo com dois animadores brasileiros da nova geração, Diego Stoliar e Jonas Brandão, que participaram este ano de um intercâmbio no NFB.</em></p>
<blockquote><p>Pioneiro do cinema e fundador do departamento de animação do National Film Board of Canadá, Norman McLaren (1914–1987) é um dos maiores nomes da história do cinema de animação; um artista cujo brilho, criatividade e consciência social continuam a influenciar os cineastas até hoje. Desde as primeiras experiências cinematográficas na Escócia em 1933 até seu último filme no NFB em 1983, o conjunto das obras de McLaren revela talento e criatividade extraordinários, bem como profundas raízes humanistas.</p>
<p>McLaren era artista complexo e criador prolífico, e abriu novos caminhos e possibilidades dentro de um leque amplo de mídias e estilos. Foi um mestre do “filme direto” – ao desenhar e riscar no celulóide, criando até mesmo sons sintéticos ao desenhar sobre pistas ópticas sonoras. Abriu caminho na técnica chamada pixilation, na qual atores e objetos são filmados quadro a quadro e transformados em marionetes. Foi pioneiro na “música visual”, explorando novas maneiras para criar representações visuais da música que ele tanto amou, e outras vezes explorou o movimento puro. Cinema abstrato, surrealista, dança – nenhuma área ficou ausente da incansável imaginação de McLaren.</p>
<p>Norman McLaren, acima de tudo, era movido por um profundo compromisso com o pacifismo, os direitos humanos e a justiça social. Da mesma maneira como foi um inovador na forma, ele liderou a fusão da arte com a consciência social, e este legado inspirou gerações de cineastas engajados em questões sociais.</p>
<p>Restaurar os clássicos de McLaren foi um trabalho de amor de toda a equipe do NFB, reconhecido com um prêmio da Federação Internacional de Bibliotecas Audiovisuais e Comerciais, de Londres, para a Melhor Restauração ou Projeto de Preservação em Arquivos. Ao devolver estas estimadas obras para a grande tela, o NFB trabalha para que todo o mundo redescubra o gênio de um dos animadores mais influentes do Canadá e da história do cinema.</p></blockquote>
<p>Quem não tiver a oportunidade de conferir toda a programação pode aproveitar para dar uma olhada em seu trabalho on-line mesmo. A <strong>NFB</strong> mantém on-line alguns dos filmes de <a title="NFB - Portraits" href="http://www.nfb.ca/portraits/id/285/en/">McLaren</a>, incluindo o documentário <em><a title="Documentary Lens" href="http://www3.nfb.ca/objectifdocumentaire/index.php?mode=view&amp;language=english&amp;filmId=8">Pen Point Percussion</a></em> e o clássico pacifista em pixelation <em><a title="Play films - Focus on Animation - ONF" href="http://www.nfb.ca/film/neighbours_voisins/">Neighbours</a></em> (vizinhos). O site conta ainda com uma <a title="NFB - Norman McLaren" href="http://www.nfb.ca/webextension/normanmclaren/">exposição sobre Norman McLaren</a> e seu processo criativo, além de diversas outras páginas sobre seus filmes e sua fundamental importância na história do cinema de animação, experimental e na formação do National Film Board of Canadá. Várias animações podem também ser vistas on-line no Videos with Bibi.</p>
<p><span id="more-497"></span></p>
<p style="text-align: center"><img title="Neighbours de Norman McLaren" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2007/11/mclaren_neighbours.jpg" border="0" alt="Neighbours de Norman McLaren" /></p>
<p>Confira a programação completa abaixo:</p>
<p><strong>Programa McLaren Clássicos</strong> (Exibição em 35mm, 75’)</p>
<p>As obras-primas de Norman McLaren – cuidadosamente restauradas por artesãos do National Film Board of Canada (NFB), e apresentadas em 35 mm – reluzem com um novo brilho. Os trabalhos foram restaurados usando materiais conservados no NFB, no Arquivo Nacional do Canadá e na Cinemateca de Quebec. Ao limpar as imagens e as trilhas sonoras dos filmes, os restauradores foram cuidadosos em respeitar o trabalho de McLaren, garantindo que os traços artesanais de suas obras permanecessem evidentes.</p>
<p><em>Norman McLaren&#8217;s Opening Speech</em> / <em>Discours de bienvenue de Norman McLaren </em>(Canadá, 1961, 7’) <em>• Stars and Stripes</em> / <em>Étoiles et bandes</em> (Estados Unidos, 1940, 2’, sem diálogos) • <em>Hen Hop</em> (Canadá, 1942, 4’, sem diálogos) • <em>Begone Dull Care</em> / <em>Caprice en couleurs</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1949, 8’, sem diálogos) • <em>A Chairy Tale</em> / <em>Il était une chaise</em>, co-dirigido por Claude Jutra (Canadá, 1957, 10’, sem diálogos) • <em>Lines Horizontal</em> / <em>Lignes horizontales</em>, co-dirigido por E. Lambart (Canadá, 1962, 6’, sem diálogos) • <em>Blinkity Blank</em> (Canadá, 1955, 5’, sem diálogos) • <em>Le merle</em> (Canadá, 1958, 4’, sem diálogos) • <em>Neighbours</em> / Voisins (Canadá, 1952, 8’, sem diálogos) •<em> Synchromy</em> / <em>Synchromie</em> (Canadá, 1971, 8’, sem diálogos) • Pas de deux (Canadá, 1968, 13’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa Primeiros Filmes</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 77’)</p>
<p>Em 1936, na Escócia, o jovem Norman McLaren participou de um festival de cinema amador. Seu trabalho foi notado por John Grierson, que era membro do júri. Grierson ofereceu a McLaren um trabalho na divisão de cinema dos Correios (GPO) de Londres, onde dirigia trabalhos criativos e inovadores. McLaren começou então a fazer experiências com técnicas de animação sem câmera, tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos (Love on the Wing é sua primeira obra-prima). Enquanto isso, Grierson foi para o Canadá fundar o NFB, e recrutou McLaren para a instituição em 1941. O resto, como dizem, é história.</p>
<p><em>Beginnings</em> / <em>Les débuts</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 5’) • 7 till 5 (Reino Unido, 1933, 13’, silencioso) • <em>Camera Makes Whoopee</em> (Reino Unido, 1935, 25’, silencioso) • <em>Polychrome Fantasy</em> (Reino Unido, 1935, 3’, silencioso) • <em>Book Bargain</em> (Reino Unido, 1937, 8’) • <em>Mony a Pickle</em>, co-dirigido por Richard Massingham e Alberto Cavalcanti (Reino Unido, 1938, 4’) • The Obedient Flame(Reino Unido, 1939, 10’) • <em>Love on the Wing </em>(Reino Unido, 1938, 4’, sem diálogos) • <em>July 4th</em>, 1941 (test), co-dirigido por Guy Glover e outros (Estados Unidos, 1941, 3’, silencioso) • <em>Stars and Stripes</em> / <em>Étoiles et bandes</em> (Estados Unidos, 1940, 2’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa A Arte do Movimento</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 80’)</p>
<p>Norman McLaren começou sua carreira rabiscando e desenhando diretamente na película. Os filmes que dirigiu usando esta técnica demonstram seu senso inigualável de movimento. Ao assistirem estes filmes, os espectadores são atraídos pelo puro dinamismo que os fotogramas transmitem. Devemos a McLaren uma famosa afirmação: “O que acontece entre um fotograma e outro é mais importante do que o que acontece em cada fotograma”.</p>
<p><em>The Art of Motion</em> / <em>L&#8217;art en mouvement</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 3’) • <em>Begone Dull Care</em> / <em>Caprice en couleurs</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1949, 8’, sem diálogos). • <em>Lines Vertical</em> / Lignes verticales, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1960, 6’, sem diálogos) • <em>Lines Horizontal</em> / <em>Lignes horizontales</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá., 1962, 6’, sem diálogos) • <em>The Making of Mosaic</em> (test), co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá., 1960-2004, 1’, silencioso) • <em>Mosaic</em> / <em>Mosaïque</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1965, 5’, sem diálogos) • <em>Spook Sport</em>, co-dirigido por Mary Ellen Bute (Estados Unidos, 1940, 8’, sem diálogos) • <em>Fiddle-de-dee</em> (Canadá, 1947, 3’, sem diálogos) • <em>Le merle</em> (Canadá, 1958, 4’, sem diálogos) • <em>Le merle</em> &#8211; tests and outtakes / <em>Le merle</em> &#8211; test et chutes (Canadá, 1948, 3’, silencioso) • <em>Hoppity Pop</em> (Canadá, 1946, 2’, sem diálogos) • <em>Mail Early </em>(Canadá, 1941, 2’, sem diálogos) • <em>Mail Early for Christmas</em> (Canadá, 1959, 1’, sem diálogos) • <em>Chaplin Test</em> (Canadá, anos 1940, 1’, silencioso) • <em>New York Lightboard Record</em> (Canadá, 1961, 8’, silencioso) • <em>Birdlings</em> (test) (Canadá, 1967, 4’, silencioso) • <em>Short and Suite</em> (Canadá, 1959, 5’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa Guerra e Paz</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 71’)</p>
<p>As hostilidades da Segunda Guerra Mundial afligiram muito o jovem Norman McLaren e uma linha pacifista surgiu em seu trabalho. Embora tenha feito filmes destinados a apoiar as tropas e promover o esforço de guerra, McLaren também ficou interessado na natureza dos conflitos, como podemos ver em trabalhos como A Chairy Tale e o famoso Neighbours. Sob o humor existe uma profunda preocupação pelo estado do mundo.</p>
<p><em>War and Peace</em> / <em>Guerre et paix</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 5’) • <em>News for the Navy</em> (Reino Unido, 1937-1938, 11’) • <em>Hell Unlimited</em>, co-dirigido por Helen Biggar (Reino Unido, 1936, 19’, silencioso) • <em>Snakes</em> (unfinished film) (Canadá, versão de 1943, 1’, silencioso) • <em>Keep Your Mouth Shut</em> (Canadá, 1944, 2’) • <em>Our Northern Neighbour</em> (animated excerpt from &#8220;The Wook&#8221;), co-dirigido por Tom Daly (Canadá, 1944, 1’) • <em>V for Victory</em> (Canadá, 1941, 2’, sem diálogos) • <em>5 for 4</em> (Canadá, 1942, 3’, sem diálogos) • <em>Dollar Dance</em> (Canadá, 1943, 4’, sem diálogos) • <em>A Chairy Tale</em> – <em>Tests and Outtakes</em> / <em>Il était une chaise</em> &#8211; <em>tests et chutes</em>, co-dirigido por Claude Jutra (Canadá, 1956-1957, 4’, silencioso) • A Chairy Tale / Il était une chaise, co-dirigido por Claude Jutra (Canadá, 1957, 10’, sem diálogos) • <em>A Chairy Tale – Alternate Ending</em> / <em>Il était une chaise &#8211; essai pour séquence de fin</em>, co-dirigido por Claude Jutra (Canadá, 1956-1957, 1’, sem diálogos) • <em>Neighbours</em> / <em>Voisins</em> (Canadá, 1952, 8’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa Pintando com Luz</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 69’)</p>
<p>Os filmes que Norman McLaren fez com lápis de cera (La Poulette grise) e giz (Là-haut sur ces montagnes) demonstram notáveis efeitos de luz. Suas origens vêm da fascinação de McLaren pelo jogo de luzes que acompanha o movimento das nuvens no céu. Para McLaren, o movimento é, às vezes, sugerido pelas variações sutis da luz sobre os objetos ou as paisagens. Em outros filmes, como Blinkity Blank, seu trabalho com luzes lembra mais as pirotecnias.</p>
<p><em>Painting with Light</em> / <em>Peintre de la lumière</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 5’) • <em>La Poulette Là-haut sur ces montagnes</em> (Canadá, 1945, 3’, sem diálogos) • <em>Là-haut sur ces montagnes</em> – test (Canadá, 1944, 1’, silencioso) • <em>McLaren at Play</em> (tests) (Canadá, anos 1940, 5’, silencioso) • <em>Spheres</em> / <em>Sphères</em>, co-dirigido por René Jodoin (Canadá, 1969, 7’, sem diálogos) • <em>Blurr Test</em> (Canadá, 1956-1957, 11’, silencioso) • <em>The Flicker Film</em> (unfinished film) (Canadá, 1961, 4’, sem diálogos) • <em>Serenal</em> (Canadá, 1959, 3’, sem diálogos). • <em>Pinscreen Tests</em> (Canadá, 1961, 1’, silencioso) • <em>The Seasons</em> / <em>Les Saisons</em> (unfinished film)(Canadá, 1966, 5’) • <em>The Corridor</em> (unfinished film) (Canadá, anos 1950, 1’) • <em>Little Negro</em> (unfinished film) (Canadá, anos 1940, 2’, silencioso) • <em>C&#8217;est l&#8217;aviron</em> (Canadá, 1944, 3’, sem diálogos) • <em>Bounce Film</em> (test)(Canadá, versão 1960, 1’, silencioso) • <em>Doors</em> (unfinished film) (Canadá, final dos anos 1950, 2’, silencioso) • <em>Blinkity Blank </em>(Canadá, 1955, 5’, sem diálogos) grise (Canadá, 1947, 6’, sem diálogos) • <em>La Poulette grise</em> – test (Canadá, 1947, 4’, silencioso) •</p>
<p><strong>Programa Surrealismo</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 61’)</p>
<p>Nos anos 30, Norman McLaren descobriu Fantasmagorie, de Émile Cohl, e A Night on Bald Mountain, da dupla Alexandre Alexeieff e Claire Parker. Ambos os filmes são construídos a partir de uma série de transformações ousadas e apaixonantes. McLaren foi também influenciado pelo pintor surrealista francês Yves Tanguy e em muitas ocasiões adotou uma estética surrealista – transferindo para os filmes as imagens de seu inconsciente. Além disso, alguns de seus trabalhos abstratos e semi-abstratos compartilham também de uma sensibilidade semelhante.</p>
<p><em>Surrealism</em> / <em>Surréalisme</em>, de Éric Barbeau. (Canadá, 2005, 4’) • <em>A Little Phantasy on a Nineteenth Century Painting</em> (Canadá, 1946, 4’, sem diálogos) • <em>A Phantasy</em> (Canadá, 1952, 7’, sem diálogos) • <em>Essai de paysage à la Tanguy</em> (test) (Canadá., 1944, 1’) • <em>Pen Drawings </em>(test) (Canadá, anos 1940, 2’, silencioso) • <em>The Head Test</em> (unfinished film) (Canadá, 1944, 3’) • <em>Serenal</em> (Canadá, 1959, 3’, sem diálogo) • <em>The Hypnosis Film</em> (test) (Canadá, anos 1960, 1’, silencioso) • <em>Begone Dull Care</em> / <em>Caprice en couleurs</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1949, 8’, sem diálogos) • <em>Love on the Wing</em> (Reino Unido, 1938, 4’, sem diálogos) • <em>Surrealistic Hand Drawing</em> (unfinished film) (Canadá, 1939-1945, 1’, silencioso) • <em>Hen Hop </em>(Canadá, 1942, 4’, sem diálogos). • <em>Boogie-Doodle</em> (Estados Unidos, 1940, 3’, sem diálogos) • <em>Fiddle-de-dee</em> (Canadá, 1947, 3’, sem diálogos) • <em>Dots </em>/ <em>Points</em> (Estados Unidos, 1940, 2’, sem diálogos) • <em>Scherzo</em> (Estados Unidos, 1939, 1’, sem diálogos) • <em>Loops</em> / <em>Boucles</em> (Estados Unidos, 1940, 3’, sem diálogos) • <em>NBC Valentine Greeting</em> (Estados Unidos, 1939, 2’, sem diálogos) • <em>Short and Suite</em> (Canadá, 1959, 5’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa O Animador Enquanto Músico</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 70’)</p>
<p>A música foi uma das artes que mais influenciou Norman McLaren. Em um filme como Canon, o cineasta cria um visual equivalente à estrutura musical. O resultado apresenta humor e inventividade. McLaren foi também pioneiro no campo da música eletrônica, experimentando com sons sintéticos e criando trilhas sonoras diretamente nos filmes a partir de três técnicas diferentes: pintando a pista de som em película transparente, riscando o som numa película emulsionada e fotografando o som no filme.</p>
<p><em>The Animator as Musician</em> / <em>L’animateur musicien</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 5’) • <em>Workshop Experiments in Animated Sound</em> (test) (Canadá, 1957, 5’) • <em>Loops</em> / <em>Boucles</em> (Estados Unidos, 1940, 3’, sem diálogos) • <em>Pen Point Percussion</em> / <em>À la pointe de la plume</em> (Canadá, 1951, 6’) • <em>Neighbours</em> / <em>Voisins</em> (Canadá, 1952, 8’, sem diálogos) • <em>Animated Sound Test</em> (Canadá, versão de 1950, 3’, sem diálogos) • <em>Le merle rehearses</em> (unfinished film) (Canadá, final dos anos 1950, 3’, sem diálogos) • <em>Canon</em>, co-dirigido por Grant Munro (Canadá, 1964, 9’, sem diálogos) • <em>Korean Alphabet</em> (Canadá, 1967, 7’, sem diálogos) • <em>Synthetic Music Experiments</em> / <em>Expérimentation de musique synthétique</em> (test) (Canadá, anos 1950, 5’, sem diálogos) • <em>Mosaic</em> / <em>Mosaïque</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1965, 5’, sem diálogos) • <em>Test A for Synchromy</em> (Canadá, anos 1960, 1’, sem diálogos) • <em>Test B for Synchromy</em> (Canadá, final dos anos 1960, 3’, sem diálogos) • <em>Synchromy</em> / <em>Synchromie</em> (Canadá, 1971, 7’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa Dança</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 76’)</p>
<p>A paixão de Norman McLaren pelo movimento o conquistou para o mundo da dança. Seus amigos próximos dizem que ele frequentemente assistia recitais de balé, e que adoraria ter sido um bailarino. Alguns filmes de McLaren parecem danças frenéticas cheias de motivos abstratos, enquanto outras fazem referência mais explícita a dança – inclusive os balés de várias criaturas de seu bestiário (como galinhas, melros e outros pássaros). McLaren também criou três filmes de dança, entre os quais Pas de deux, sensual e encantadora obra-prima.</p>
<p><em>Dance</em> / <em>Le danseur</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 5’) • <em>Hen Hop</em> (test) (Canadá, 1949, 5’, silencioso) • <em>Two Bagatelles Pas de deux</em> – test (Canadá, 1965-1967, 7’, silencioso) • <em>Pas de deux</em> (Canadá, 1968, 13’, sem diálogos) (Canadá, 1952, 2’, sem diálogos) • <em>On the Farm</em> (test)(Canadá, 1951, 7’, silencioso) • <em>Christmas Cracker: McLaren’s contribution</em> / <em>Caprice de Noël – La contribution de McLaren</em> (Canadá, 1963, 4’, silencioso) • <em>Ballet Adagio</em> (Canadá, 1972, 10’, sem diálogos) • <em>Narcissus</em> – test / <em>Narcisse</em> – test (Canadá, 1973-1975, 2’, silencioso) • <em>Narcissus</em> / <em>Narcisse </em>(Canadá, 1983, 22’, sem diálogos) • (Canadá, 1942, 4’, sem diálogos) • <em>A Summer Day in Ottawa in 1949…</em></p>
<p><strong>Programa Papel Cortado</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 75’)</p>
<p>A técnica de papel cortado foi bastante utilizada nos primeiros anos do NFB, por ser simples e de baixo custo. Norman McLaren foi atraído pelo estilo geométrico e pela simplicidade gráfica da técnica. Ele utilizou recortes em alguns de seus filmes mais famosos, incluindo Rythmetic (co-dirigido por Evelyn Lambart) e Le Merle. A clareza e simplicidade da técnica de papel cortado são evidentes na série educativa Animated Motion, dirigida por McLaren e Grant Munro.</p>
<p><em>Paper Cuts-outs</em> / <em>Papiers découpés</em>, de Éric Barbeau (Canadá, 2005, 4’) • <em>Dans un petit bois</em> (unfinished film) (Canadá, versão de 1943, 2’) • <em>Animated Motion: Part 1</em> / <em>Le mouvement image par image</em> &#8211; <em>partie 1</em>, co-dirigido por Grant Munro (Canadá, 1976, 9’) • <em>Alouette</em>, co-dirigido por René Jodoin (Canadá, 1944, 2’, sem diálogos) • La Perdriole (unfinished film) (Canadá, versão de 1945, 1’, silencioso) • <em>Animated Motion: Part 2</em> / <em>Le mouvement image par image &#8211; partie 2</em>, co-dirigido por Grant Munro (Canadá, 1976, 9’) • <em>1-2-3</em> (unfinished film)(Canadá, 1955, 4’, silencioso) • <em>Animated Motion: Part 3</em> / <em>Le mouvement image par image &#8211; partie 3</em>, co-dirigido por Grant Munro (Canadá, 1977, 10’) • <em>Rythmetic</em>, co-dirigido por Evelyn Lambart (Canadá, 1956, 9’, sem diálogos) • <em>Animated Motion: Part 4</em> / <em>Le mouvement image par image &#8211; partie 4</em>, co-dirigido por Grant Munro (Canadá, 1977, 7’) • <em>Le Merle</em> (Canadá, 1958, 4’, sem diálogos) • <em>Animated Motion: Part 5</em> / <em>Le mouvement image par image &#8211; partie 5</em>, co-dirigido por Grant Munro (Canadá, 1978, 7’) • <em>Spheres</em> / <em>Sphères</em>, co-dirigido por René Jodoin (Canadá, 1969, 7’, sem diálogos)</p>
<p><strong>Programa Processo Criativo</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 117’)</p>
<p>Documentário sobre o processo criativo de Norman McLaren – o pai da animação no Canadá, e talvez, o maior cineasta experimental de todos os tempos. Poucos filmes capturam o processo criativo de um artista com tamanha inteligência e critério como esse.</p>
<p><em>Creative Process: Norman McLaren</em> / <em>Le Génie créateur: Norman McLaren</em>, deDonald McWilliams (Canadá, 1990, 117’, legendas em português)</p>
<p><strong>Programa Roberto Miller</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 38’)</p>
<p>Os trabalhos do cineasta paulistano Roberto Miller – precursor da animação abstrata e experimental no Brasil – remetem diretamente às obras do mestre Norman McLaren. A influência de McLaren é resultado dos seis meses que Miller estudou no National Film Board do Canadá, ainda nos anos 1950. Quando retornou ao Brasil, Miller integrou-se ao recém-formado Centro Experimental de Ribeirão Preto, fundado por Rubens Lucchetti e Bassano Vaccarini, produzindo filmes marcados pela experimentação rítmica, sonora e formal. Roberto Miller – que é sócio fundador da ASIFA (Association International du Film d&#8217;Animation) – também dirigiu filmes publicitários, criou vinhetas para TV e letreiros para diversos longa-metragens brasileiros.</p>
<p><em>Desenho abstrato nº 2</em> (Brasil, 1989, 4’) • <em>O átomo brincalhão</em> (Brasil, 1961-1964, 8’) • <em>Balanço</em> (Brasil, 1961-1963, 3’) • <em>O mundo em 3 minutos</em> (Brasil, 1969, 3’) • <em>Visual laser</em> (Brasil, 1979, 6’) • <em>Ballet kaley</em> (Brasil, 1981, 4’) • <em>Filigranas</em> (Brasil, 1978-1980, 4’) • <em>Flash</em> (Brasil, 1982, 3’) • <em>Can Can</em> (Brasil, 1977-1980, 3’)</p>
<p><strong>Programa Hothouse</strong> (Exibição em <acronym title="Digital Versatile Disc">DVD</acronym>, 120’)</p>
<p>No primeiro semestre de 2007, dois animadores brasileiros – o carioca Diego Stoliar e o paulista Jonas Brandão – participaram do programa de animação Hothouse, promovido pelo National Film Board do Canadá. No dia 08 de novembro, às 20h00, na Sala Cinemateca / BNDES, a dupla de realizadores falará de suas experiências no NFB e do programa Hothouse para novos diretores, que este ano contou com a monitoria da vencedora do Oscar, Torill Kove. Os dois também darão conselhos e macetes para os que queiram fazer o programa nos próximos anos, além de revelar, passo-a-passo, o processo de realização de seus filmes. Ao final da palestra, exibirão os filmes do Hothouse e abrirão para perguntas do público.</p>
<p align="center"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Terça 06/11</strong><br />
Sala Cinemateca / BNDES:<br />
20h30 &#8211; Programa McLaren Clássicos</p>
<p><strong>Quarta 07/11</strong><br />
Sala Cinemateca / Petrobrás:<br />
15h00  -Programa Primeiros Filmes<br />
16h30 &#8211; Programa A Arte do Movimento<br />
18h00 &#8211; Programa Guerra e Paz<br />
19h20 &#8211; Programa Pintando com luz<br />
20h40 &#8211; Programa Surrealismo<br />
21h50 &#8211; Programa O animador enquanto músico</p>
<p><strong>Quinta 08/11</strong><br />
Sala Cinemateca / BNDES:<br />
19h00 &#8211; Programa Roberto Miller<br />
20h00 &#8211; Programa Hothouse<br />
Sala Cinemateca / Petrobrás:<br />
17h30 &#8211; Programa Dança<br />
19h00 &#8211; Programa Papel Cortado<br />
20h30 &#8211; Programa Processo criativo</p>
<p><strong>Sexta 09/11</strong><br />
Sala Cinemateca / Petrobrás:<br />
18h30 &#8211; Programa A Arte do Movimento<br />
20h00 &#8211; Programa Guerra e Paz<br />
21h30 &#8211; Programa Surrealismo</p>
<p><strong>Sábado 10/11</strong><br />
Sala Cinemateca / BNDES:<br />
14h30 &#8211; Programa O animador enquanto músico<br />
15h50 &#8211; Programa Papel Cortado<br />
Sala Cinemateca / Petrobrás:<br />
15h20 &#8211; Programa McLaren Clássicos<br />
16h50 &#8211; Programa Surrealismo<br />
19h10 &#8211; Programa McLaren Clássicos<br />
20h40 &#8211; Programa Processo criativo</p>
<p><strong>Domingo 11/11</strong><br />
Sala Cinemateca / BNDES:<br />
14h30 &#8211; Programa Dança<br />
16h00 &#8211; Programa Pintando com luz<br />
Sala Cinemateca / Petrobrás:<br />
15h00 &#8211; Programa Guerra e Paz<br />
16h30 &#8211; Programa Primeiros Filmes<br />
20h00 &#8211; Programa O animador enquanto músico</p>]]></content:encoded>
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		<title>Fellini Caricaturas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2006 15:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bibi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[memorabilia]]></category>
		<category><![CDATA[caricaturas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema italiano]]></category>
		<category><![CDATA[Federico Fellini]]></category>
		<category><![CDATA[ilustra]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Aconteceu aqui em São Paulo alguns meses atrás uma exposição sobre Federico Fellini, com fotos, livros, roteiros e algumas de suas caricaturas. Quem conhece um pouco sobre a história de Fellini sabe que o diretor também era bom de desenho, principalmente caricaturas &#8211; antes de começar a dirigir ele fazia, entre outras coisas, ilustrações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 0pt none;" title="Caricatura cinematografica femminile" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2006/06/caricatura_fellini2.jpg" border="0" alt="Caricatura cinematografica femminile" width="210" height="280" /> <img title="Caricatura di un attore" src="http://www.cinematografo.com.br/wp-images/2006/06/caricatura_fellini.jpg" border="0" alt="Caricatura di un attore" /><br />
Aconteceu aqui em São Paulo alguns meses atrás uma exposição sobre <a title="Federico Fellini - Wikipedia, the free encyclopedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Federico_Fellini">Federico Fellini</a>, com fotos, livros, roteiros e algumas de suas caricaturas. Quem conhece um pouco sobre a história de Fellini sabe que o diretor também era bom de desenho, principalmente caricaturas &#8211; antes de começar a dirigir ele fazia, entre outras coisas, ilustrações publicitárias para filmes.</p>
<p>Para quem perdeu ou quer ver mais sobre esse outro maravilhoso lado do saudoso diretor italiano, confira o site do <a title="Sebina OpenLibrary OPAC" href="http://imago.sebina.it/SebinaOpacIMAGO/Opac">Instituto Imago</a> e faça uma busca por &#8220;Fellini&#8221;. O resultado são 79 caricaturas feitas pelo diretor entre 1937 e 1962. Grande parte das ilustrações são desenhos eróticos, vários com cenas utilizadas em filmes em versões mais &#8220;pudicas&#8221; por assim dizer.</p>
<p>Parte das ilustrações faz parte dos esboços realizados pelo diretor para os filmes <em><a title="Strada, La (1954)" href="http://www.imdb.com/title/tt0047528/">La Strada</a></em> (1954)<em>, <a title="Notti di Cabiria, Le (1957)" href="http://www.imdb.com/title/tt0050783/">Noites de Cabíria</a></em> (1957) e <em><a title="8½ (1963)" href="http://www.imdb.com/title/tt0056801/">8½</a></em> (1963). Boa parte são apenas esboços feitos a lápis ou caneta, sem muitos detalhes, no entanto há também há algumas caricaturas mais bem acabadas e coloridas, principalmente as descritas como caricaturas de autores. (<em>via <a title="BibliOdyssey: Fellini Caricatures" href="http://bibliodyssey.blogspot.com/2006/06/fellini-caricatures.html">BibliOdyssey</a></em>)</p>
<p><a title="Desenho de Federico Fellini" href="http://web.tiscali.it/mauriziodibona/fellini_file/immagini/disegno4.jpg" title="Fellini por Milo Manara" href="http://web.tiscali.it/mauriziodibona/fellini_file/immagini/disegno6.jpg" rel="lightbox[97]"><img src=" rel="lightbox[97]" title="Fellini Caricaturas" alt=" Fellini Caricaturas" /><img src="http://www.cinematografo.com.br//wp-images//2006/06/caricatura_fellini3.jpg" border="0" alt="Desenho de Federico Fellini" title="Fellini Caricaturas" /></a> <a title="Fellini por Milo Manara" href="http://web.tiscali.it/mauriziodibona/fellini_file/immagini/disegno6.jpg" rel="lightbox[97]"><img src="http://www.cinematografo.com.br//wp-images//2006/06/Manara_fellini.jpg" border="0" alt="Fellini por Milo Manara" title="Fellini Caricaturas" /></a></p>
<p>Se você ainda quiser um pouco mais depois das caricaturas, visite <a title="fellini - foto" href="http://web.tiscali.it/mauriziodibona/fellini_file/disegno1.htm">esse link</a>, que contém 8 ilustrações, 5 feitas pelo próprio Fellini e outras três sobre ele e seus filmes &#8211; duas feitas pelo Milo Manara.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinematografo.com.br/fellini-caricaturas/feed/</wfw:commentRss>
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